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Foto de Pedritta Garcia
Sinpoapar cobra explicações sobre corte de nomeações para a Polícia Científica

Após a confirmação da redução do número de nomeações para a Polícia Científica do Paraná – de 292 para 162 – o Sinpoapar, na figura do presidente Alexandre Brondani, se reuniu com a direção da PCP no dia 5 de julho para tratar das razões do corte de vagas. Leon Grupenmacher, diretor, explicou que o Governo do Paraná decidiu cancelar 130 vagas por orientação da Secretaria Estado da Fazenda (Sefa), apesar de toda a negociação com todas as secretarias estaduais relacionadas. A Sefa foi responsável pela não ampliação de todas as vagas necessárias.

Questionado pelo presidente sobre o problema da defasagem de profissionais do QPPO – que não será solucionado pelas 162 nomeações – Grupenmacher propôs a criação de um grupo de discussão, reunindo representantes das partes interessadas (governo e categoria), para estudar a viabilidade de novas nomeações ainda esse ano, principalmente para peritos criminais. Esse grupo deverá, segundo o diretor da PCP, avaliar brechas da Lei de Responsabilidade Fiscal para atender emergencialmente as vagas abertas não preenchidas.

O Sinpoapar cobrou que este grupo de discussão anunciado comece a trabalhar o quanto antes. A expectativa, conforme tratado na reunião, é que esse estudo comece na próxima semana. E mesmo com a medida anunciada pela direção da Polícia Científica, o sindicato comunicou que não descarta mover uma ação civil pública ou até entrar com um mandado de segurança para se fazer cumprir as nomeações relativas ao concurso. “A partir da semana que vem [do dia 9 de julho] podemos ter uma definição sobre as ações que serão tomadas. Isso vai depender se as intenções da PCP serão confirmadas no sentido de fazer novas nomeações e de que forma isso será feito”, finalizou Brondani.

Além do presidente do Sinpoapar e de Leon Grupenmacher, participaram da reunião os diretores do IML, Paulino Pastre; do Instituto de Criminalística, Márcio Borges; o diretor administrativo da PCP, Thiago Massuda; além do assessor da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), Luiz Grochocki.

Assessoria de Comunicação – Sinpoapar
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